Um senhor solitário cuja esposa faleceu há muito tempo vê seus desejos dormentes reacenderem quando seu filho traz para casa uma nora deslumbrante. Todos os dias ele lança olhares furtivos; o coração dispara enquanto ela se move pela casa. A tentação máxima acontece quando ela entra no chuveiro — ele não consegue evitar espiar; sua excitação cresce de forma insuportável. Ele fantasia em estar com ela,
imaginando o toque da pele dela e os sons que ela faria. A tensão é elétrica e ele sabe que está à beira de perder o controle.
Sua obsessão atinge o auge enquanto ele a observa através do vidro fosco, prendendo a respiração. Mas o destino tem um truque: a jovem esposa não é inocente. Ela percebe o olhar dele e, em vez de se ofender, sente um arrepio próprio. Solitária e insatisfeita pelo marido, ela compartilha o mesmo desejo proibido. Quando o velho finalmente reúne coragem para agir, descobre que ela também estava querendo por ele tanto quanto ele.